Não sei se isso é bom ou ruim, mas "saí" no Virunduns hoje...
"The culture with which I surround myself is a reflection of my personality and the circumstances of my life"
("A cultura com a qual eu me envolvo é um reflexo da minha personalidade e das circunstâncias da minha vida")
Nick Hornby, "31 Songs".
20030624
20030623
Dois anos e meio... e nem parece tanto tempo!!!!!
The way you wear your hat
The way you sip your tea
The memory of all that
No, no, they can't take that away from me
The way your smile just beams
The way you sing off key
The way you haunt my dreams
No, no, they can't take that away from me
We may never, never meet again, on that bumpy road to love
Still I'll always, always keep the memory of
The way you hold your knife
The way we dance till three
The way you change my life
No, no they can't take that away from me
No, they can't take that away from me
The way you wear your hat
The way you sip your tea
The memory of all that
No, no, they can't take that away from me
The way your smile just beams
The way you sing off key
The way you haunt my dreams
No, no, they can't take that away from me
We may never, never meet again, on that bumpy road to love
Still I'll always, always keep the memory of
The way you hold your knife
The way we dance till three
The way you change my life
No, no they can't take that away from me
No, they can't take that away from me
Último feriadão do ano, e ainda bem que eu consegui o "feriadão" mesmo, não tive que ir trabalhar na sexta-feira. O feriado foi bem movimentado... Na quarta-feira fui ao Lord Jim com a Fê, Roque, Pedro e Roberta, onde participamos do quiz e tivemos um dos piores scores de todos os tempos =] Mas foi divertido assim mesmo. Na quinta-feira fui ver "O Homem Que Copiava", chamei o Pedro mas ele não pôde ir. Foi uma pena, porque o grande ídolo dele, Caetano Veloso estava no cinema, e ele perdeu essa chance de falar com seu mestre... fica pra próxima, cara. Sábado foi aniversário da minha mãe, fizemos um fondue aqui em casa, muito bom!!
E no domingo, o grande marco da volta do SBQ: entramos em estúdio pra gravar uma "demo"! Pena que ninguém levou uma máquina fotográfica pra registrarmos, mas as músicas estão lá, inclusive com participação da Ciça cantando "Mercedes Benz" com a gente... agora é só passar as músicas pra CD pra ver o que ficou bom e montar a demo ;]
E no domingo, o grande marco da volta do SBQ: entramos em estúdio pra gravar uma "demo"! Pena que ninguém levou uma máquina fotográfica pra registrarmos, mas as músicas estão lá, inclusive com participação da Ciça cantando "Mercedes Benz" com a gente... agora é só passar as músicas pra CD pra ver o que ficou bom e montar a demo ;]
20030617
20030604
20030603
Acabei não atualizando... a Fê chegou de Cuba na segunda-feira passada, e fui lá na casa dela à noite. Vi as fotos que tiraram, é muito bonito por lá...
Na terça-feira fui ver "Tiros em Columbine" com o Pedro e a Roberta, gostei muito do filme, é muito interessante, além de não ser aquele documentário estereotipado que você fica olhando e acha tudo muito chato.
Sábado fui ver o Matrix Reloaded, e eu gostei bastante. Achei o início do filme com um ritmo estranho, meio arrastado, mas depois melhora.
Domingo ia ter uma reunião da banda aqui em casa, mas o povo furou, então ficou pro próximo fim de semana. Espero que não furem! =]
Já que não teve nada aqui em casa, fui ao shopping com a Fê e mais uma amiga nossa, e depois fomos jantar. Íamos tentar ver o "Garota Veneno", mas lotou tanto no CInemark quanto no UCI, então fomos ver "Desmundo", que era a única sessão próxima de um filme que não tínhamos visto ainda. O filme não é de todo ruim, mas poderia ser bem melhor. A história às vezes fica confusa e se perde, e alguns diálogos parece que não terminam. Mas é muito interessante ver o trabalho que fizeram com os diálogos, "traduzidos" para português arcaico e tupi-guarani. E vale também pra ver o Osmar Prado encarnando o Gimli =]
E hoje temos três aniversários. Parabéns pra vocês duas!!!
E parabéns para o Willy Gusmão!!!
Na terça-feira fui ver "Tiros em Columbine" com o Pedro e a Roberta, gostei muito do filme, é muito interessante, além de não ser aquele documentário estereotipado que você fica olhando e acha tudo muito chato.
Sábado fui ver o Matrix Reloaded, e eu gostei bastante. Achei o início do filme com um ritmo estranho, meio arrastado, mas depois melhora.
Domingo ia ter uma reunião da banda aqui em casa, mas o povo furou, então ficou pro próximo fim de semana. Espero que não furem! =]
Já que não teve nada aqui em casa, fui ao shopping com a Fê e mais uma amiga nossa, e depois fomos jantar. Íamos tentar ver o "Garota Veneno", mas lotou tanto no CInemark quanto no UCI, então fomos ver "Desmundo", que era a única sessão próxima de um filme que não tínhamos visto ainda. O filme não é de todo ruim, mas poderia ser bem melhor. A história às vezes fica confusa e se perde, e alguns diálogos parece que não terminam. Mas é muito interessante ver o trabalho que fizeram com os diálogos, "traduzidos" para português arcaico e tupi-guarani. E vale também pra ver o Osmar Prado encarnando o Gimli =]
E hoje temos três aniversários. Parabéns pra vocês duas!!!
E parabéns para o Willy Gusmão!!!
20030522
Hoje consegui falar com ela. Esperei até umas 23h30 aqui, que lá seriam 22H30 e liguei. O telefone tocou umas duas vezes e, de repente, começa a tocar uma salsa muito alto, e no meio daquilo tudo ouço a voz da tia dela. Quando ela percebe que sou, passa o telefone pra Fernanda e ela vem falar comigo. Sim, estavam no meio de um show (animadíssimo, por sinal, era como se eu estivesse lá também). Perguntei se ela prefiria me ligar um pouco mais tarde, mas disse que não. Eu também não queria, pra falar a verdade. Eu sei que é pouco tempo, mas foi legal ouvir a voz dela no telefone. Ela me perguntou das novidades, mas eu não conseguia lembrar de nada. E eu tinha bastante coisa pra falar. Não lembrei nem do programador rebelde (*). Nem da Bienal. Nem do filme.
Ela falou que ainda estão em Varadero, que lá é um balneário muito bonito, e que o que se faz mesmo é ficar no hotel (tipo um resort), mas que amanhã vão finalmente para Havana, que parece ser mais interessante.
Amanhã são doizanozecincomeses, ela está lá e eu aqui... mas segunda-feira a gente resolve isso.
[dzzt!]
(*) O programador rebelde? Ah, é um cara que tá trabalhando comigo, e que teoricamente deveria se reportar a mim (estou como líder da equipe no projeto, me reportando a um gerente de projeto). Teoricamente, porque hoje ele simplesmente se recusou a me passar uns arquivos que eu precisava testar. Isso entre outras coisas... fazer o que =\
[dzzt!]
(Já) Terminei o "Plastic Jesus". Tá, é bem curtinho, eu sei. Mas é legal sim.
Ela falou que ainda estão em Varadero, que lá é um balneário muito bonito, e que o que se faz mesmo é ficar no hotel (tipo um resort), mas que amanhã vão finalmente para Havana, que parece ser mais interessante.
Amanhã são doizanozecincomeses, ela está lá e eu aqui... mas segunda-feira a gente resolve isso.
[dzzt!]
(*) O programador rebelde? Ah, é um cara que tá trabalhando comigo, e que teoricamente deveria se reportar a mim (estou como líder da equipe no projeto, me reportando a um gerente de projeto). Teoricamente, porque hoje ele simplesmente se recusou a me passar uns arquivos que eu precisava testar. Isso entre outras coisas... fazer o que =\
[dzzt!]
(Já) Terminei o "Plastic Jesus". Tá, é bem curtinho, eu sei. Mas é legal sim.
...e não é que eu ainda não fui pra Brasília??
[dzzt!]
Ontem (terça-feira, na verdade) eu fui à Bienal com o Pedro depois do trabalho. Tivemos um pequeno problema para nos encontrarmos lá, mas depois foi só lazer! Andando pelo pavilhão verde encontramos o stand da Conrad, onde passamos bastante tempo conversando e discutindo sobre os livros e revistas da editora. Acabei saindo de lá com o "Idoru", do William Gibson, e o "Plastic Jesus", da Poppy Z. Brite, debaixo do braço. E, como bom fã de Beatles que sou, não consegui esperar pra começar a ler esse último. Tudo bem, ele é pequeno... O Pedro comprou mais coisas lá que eu (vide o blog dele), e conseguimos uns bons descontos no final. E uma das moças que estavam lá conversando com a gente ainda ofereceu o livro do Alan Moore caso quiséssemos ir trabalhar lá, depois do expediente, até o fim da semana hehe.
Mais algumas voltas e paramos no stand da PointHQ, de onde eu saí com 2 exemplares do Sérgio Aragonés na sacolinha: "Sérgio Aragonés Esmaga Star Wars" e "Plop!".
Procurei pelo "Toda Mafalda" por lá, mas os preços não ajudaram muito, e esse continua na minha wishlist (hint, hint!).
Depois de muito andar, olhar, e comprar, saímos do Riocentro na hora de fechar e fomos comer alguma coisa, que a fome estava brava.
[dzzt!]
Hoje tentei ligar pra Fernanda de novo, mas ninguém atendeu o telefone. Mas o pai dela tinha me ligado um pouco antes, disse que tinha conseguido falar com elas hoje, e que amanhã elas vão para Havana.
[dzzt!]
Ontem (terça-feira, na verdade) eu fui à Bienal com o Pedro depois do trabalho. Tivemos um pequeno problema para nos encontrarmos lá, mas depois foi só lazer! Andando pelo pavilhão verde encontramos o stand da Conrad, onde passamos bastante tempo conversando e discutindo sobre os livros e revistas da editora. Acabei saindo de lá com o "Idoru", do William Gibson, e o "Plastic Jesus", da Poppy Z. Brite, debaixo do braço. E, como bom fã de Beatles que sou, não consegui esperar pra começar a ler esse último. Tudo bem, ele é pequeno... O Pedro comprou mais coisas lá que eu (vide o blog dele), e conseguimos uns bons descontos no final. E uma das moças que estavam lá conversando com a gente ainda ofereceu o livro do Alan Moore caso quiséssemos ir trabalhar lá, depois do expediente, até o fim da semana hehe.
Mais algumas voltas e paramos no stand da PointHQ, de onde eu saí com 2 exemplares do Sérgio Aragonés na sacolinha: "Sérgio Aragonés Esmaga Star Wars" e "Plop!".
Procurei pelo "Toda Mafalda" por lá, mas os preços não ajudaram muito, e esse continua na minha wishlist (hint, hint!).
Depois de muito andar, olhar, e comprar, saímos do Riocentro na hora de fechar e fomos comer alguma coisa, que a fome estava brava.
[dzzt!]
Hoje tentei ligar pra Fernanda de novo, mas ninguém atendeu o telefone. Mas o pai dela tinha me ligado um pouco antes, disse que tinha conseguido falar com elas hoje, e que amanhã elas vão para Havana.
20030519
(título em homenagem ao Pedro (mas com voz de Pato Donald))
Bom, não é porque eu não tenho controle sobre minha própria vida e não vou acompanhar a viagem dessa vez que vocês também vão ficar sem rir às minhas custas. Pois hoje (mais uma vez) foi a aventura de tentar ligar pra Fernanda no estrangeiro...
A coisa dessa vez seria teoricamente mais fácil. É que a tia dela levou um celular da TIM(ganei), que teoricamente funciona normalmente no exterior. Já volto a falar do telefone, antes algumas explicações...
[dzzt!] ...eu adoro isso! =]
Na verdade o vôo iria sair no sábado de manhã, mas por "falta de quórum" adiaram para sábado à tarde, depois domingo de manhã, e finalmente domingo à tarde. Não contentes, o vôo pararia em Buenos Aires pra encher mais um pouco. Sem contar que tinha uma ponte aérea até SP antes, porque de lá é que sai o vôo da Cubana de Aviación (com serviço de bordo servindo Frango à Cubana e Cuba Libre). Quando elas estavam indo em direção ao portão de entrada pra área de embarque, pedi à Fernanda que ligasse para o meu celular quando chegassem, para eu saber que tinham chegado bem, e mais tarde ligaria de volta. Ficamos combinados assim, já que elas estavam levando o telefone.
[dzzt!] ...yesss! 8]
Voltando, então. Depois que cheguei do cinema, deixei meu telefone ligado durante a noite (coisa que não faço normalmente) no modo silencioso, pra ficar marcada a ligação dela, caso ela ligasse enquanto eu dormia (não sabia exatamente quanto tempo levaria até lá).
Quando acordei, a primeira coisa que fui fazer foi verificar o telefone para ver se tinha ligado, e nada. Tudo bem, fui me arrumar para ir para o trabalho, quando olhei de novo, nada. Aí é que começa a "aventura"...
Durante o dia, fiquei tentando ligar pro bendito do celular da tia dela, e vamos ver se me lembro direito... as primeiras vezes, ainda de manhã, o telefone não dava sinal, mas caía direto na caixa postal. Até aí tudo bem, "não devem ter ligado o telefone ainda", pensei. Esperei mais um pouco até tentar de novo. Agora já não me lembro mais a ordem dos acontecimentos direito, mas foi mais ou menos assim:
Uma vez que liguei a chamada *não* foi para a caixa postal, mas ao invés disso passou por uns 3 ou 4 sinais de chamada (espera para atender) diferentes, e no final disso atendeu uma pessoa que não era nenhuma das três, e ainda por cima não me escutava.
Numa outra vez caiu numa mensagem gravada no estilo das operadoras de telefonia americanas (???): "tuuu-tuuUU-TUUU - Sorry, your call cannot be completed as dialed. Please, check the number and try again. ZERO. ZERO. ZERO. -- ZERO. ZERO. ZERO. -- tuuu-tuuUU-TUUU - Sorry, your call cannot be completed as dialed. Please, check the number and try again. ZERO. ZERO. ZERO. -- ZERO. ZERO. ZERO."
Outra vez veio uma outra gravação, dessa vez em espanhol. "El mobile que usted llamó está fuera de la área de cubiertura, ó desligado. The mobile you have called is out of the covered area, or is turned OUT." Hmmm... um telefone fora de área ou "resultado" é interessante... =]
Em outra vez ainda, recebi uma gravação da Vésper!!!
Sem contar as vezes em que simplesmente dava ocupado, ou, pior ainda, ficava completamente mudo.
Resultado: não consegui falar com ela durante o dia, voltei pra casa, assisti TV, desci com o cachorro, e ainda nada! Aí às 8:55 toca o meu telefone com aquele monte de zeros no visor. Finalmente, heim!!! Peguei meu telefone e liguei pro número do celular, e quem disse que conseguia? Conseguia nada!!! Ainda demorou um pouquinho pra conseguir dar sinal, mas depois de algumas tentativas, consegui. E eis que ela me diz porque não tinha ligado: em primeiro lugar porque a viagem, que teoricamente duraria por volta de 8h, acabou levando 24h; e, em segundo, porque elas não estavam sabendo ligar para o Brasil com o telefone, e tiveram que pedir ajuda à recepcionista do hotel para isso =]
Depois, as primeiras impressões: disse que era muito bonito, e que o hotel era muito bom. Não muito mais que isso, até porque ela disse que não tinha chegado há muito tempo ainda. Vamos ver o que vai acontecer durante a semana...
[dzzt!] ...de novo!
[dzzt!] ...obrigado!!!
Acabou que não vou pra Brasília amanhã. Talvez na quarta-feira. Então de repente amanhã eu ainda tenha mais alguma coisa pra escrever aqui.
Eu ia na Bienal hoje se fosse viajar amanhã, mas como vou ficar no Rio, deixei pra ir amanhã, que não preciso ir sozinho...
E então ela se foi, mais uma vez. Dessa vez é por menos tempo, mas mesmo assim...
Fui vê-la no aeroporto e agora só segunda-feira que vem (se eu estiver no Rio, naturalmente -- ainda tem disso!).
Ontem o Pedro tinha me chamado pra ir hoje assistir Tiros em Columbine, então como ela não estava muito interessada em ver este filme, eu fui. Só que, chegando lá, ainda ficamos esperando um pouco para encontrar uma amiga dele, e o filme lotou. A opção então foi ver Embriagado de Amor, o novo do Paul Thomas Anderson. A Fernanda estava querendo ver este também, mas acabei vendo com eles, pra não perder a viagem. Mas se ela quiser ver, eu vejo de novo, porque o filme é muito bom. Muito bom mesmo. Quem lê o que eu escrevo por aqui, ou me conhece um pouco melhor, já sabe da minha quase-devoção ao Magnolia (que, apesar das 3h15m eu não me canso de ver), e esse filme, apesar da temática bem diferente, me fez apreciar ainda mais o trabalho do P.T.A. Agora fica como dever de casa assistir "Boogie Nights" direito.
Estão categorizando o filme como "comédia romântica", mas não é exatamente. É um romance, sim, mas não exatamente uma comédia. Sim, tem o Adam Sandler no papel principal, mas ele não está fazendo comédia. O filme é sobre um cara muito triste e bastante perturbado, e as pessoas que vão ao cinema riem disso. Riem da desgraça dele. Por exemplo, quando ele não entende bem o que a namorada diz sobre "querer morder as bochechas dele", e ele responde que gostaria de esmagar a cara dela com um martelo, todo mundo ri, mas isso não é comédia. Isso é triste.
Umas dez pessoas saíram durante o filme, provavelmente estavam esperando ver "o filme novo do Adam Sandler", e não "o filme novo do P. T. Anderson", que é mais próximo do que se pode esperar. Eu fui pra ver a segunda opção, e não me decepcionei.
É interessante que de uns anos pra cá eu tenho visto alguns filmes por causa dos diretories ou produtores, e tenho prestado mais atenção nesse tipo de coisa. Coisas como fotografia, por exemplo (sem contar música). E como eu já tinha gostado muito do que ele fez no Magnolia, fui ver esse querendo prestar muita atenção. É muito interessante como ele consegue deixar o espectador no mesmo "clima" dos personagens do filme. Por exemplo, logo no começo do filme, tem várias coisas acontecendo ao mesmo tempo no trabalho do personagem principal, e pra passar essa idéia a seqüência tem um ritmo louco, cortes excessivos, e correria pra todo lado. Quando o personagem principal está num estado, digamos, "deprimido", as cenas são (muito) escuras, e em outras situações são tão claras que ofuscam a vista. Num momento em que o cara surta no banheiro do restaurante, o som fica todo "estourado", dando a sensação de raiva que ele está passando.
E isso tudo faz da experiência de se assistir o filme ainda mais interessante.
Recomendo muito (mas não mais que Magnolia, obviamente...)
np: "He Needs Me", Shelley Duvall
20030518
Finalmente chegou aquela época do ano que os meus 12 leitores regulares aguardam ansiosamente (e eu, por um lado, nem tanto)!!!
= A VIAGEM =
Pois é, depois do estrondoso sucesso das viagens pela Europa Imperial e por Espanha e Marrocos, este ano é Cuba por uma semana. Só que, infelizmente, não vou poder fazer aquele acompanhamento "virtual", porque devo passar grande parte da semana em Brasília... mas, quem quiser, pode fazer uma visitinha ao Cuba Travel.

Pois é, depois do estrondoso sucesso das viagens pela Europa Imperial e por Espanha e Marrocos, este ano é Cuba por uma semana. Só que, infelizmente, não vou poder fazer aquele acompanhamento "virtual", porque devo passar grande parte da semana em Brasília... mas, quem quiser, pode fazer uma visitinha ao Cuba Travel.
20030504
Na quinta-feira, antes de ir buscar a Fê para tentarmos assistir Frida (mais sobre isso daqui a pouco), fui até o shopping buscar umas fotos pra ela. Estava lá na loja quando passo por dois garotos com suas camisas dos Blink-182's da vida, skate na mochila, etc, um deles falando no celular: "maluco, aqui onde eu tô tem uns discos sinistros do Van Halen!" com o Van Halen II na mão. Depois de desligar, ainda o ouvi falando com o amigo: "Essa bandinha (sic) é muito legal, o guitarrista deles, o Van Halen, toca muito!". Pelo menos ainda tem gente ouvindo coisa boa e não só essas "bandas de rock" que aparecem por aí, imitando o Pearl Jam e fazendo pose de mau. Eu daria crédito à volta da Fluminense FM no ano passado, não fosse a tragédia...
[dzzt!]
Pois é, durante esse feriado, quando ia ouvir um pouquinho de rádio, passava pela Flu FM e já estava achando estranho, que tinha muita batidinha dance por ali. Hoje deixei um pouco nela, tentando ignorar os tum-ts-tum-ts-tum-ts e os vocoders, e me assustei quando ao final de uma música entrou um homem falando... opa, que é isso? A "maldita" (que já não era tão maldita há um tempo) tinha como tradição ter apenas locutarAs, e aí eu entendi: a Fluminense, depois de tomar de volta o lugar da Jovem Pan, não conseguiu se sustentar como "rádio rock" e sucumbiu à programação "light-adulto-contemporâneo"... é uma pena, agora voltamos a ter só a Rádio Cidade pra ouvir umas guitarras, mas só toca o que tá na mídia mesmo, e é um jabá só... é difícil tocar alguma coisa diferente no meio de tanto Detonautas, CPM 22, Raimundos (que já foi uma boa banda), Creed, Puddle of Mudd, Blink-182, etc... e quando toca alguma coisa diferente, são só "as conhecidas".
[dzzt!]
Mas ontem conseguimos finalmente assistir Firda -- não estivesse difícil conseguir ingressos, na verdade estava difícil conseguir chegar no cinema a tempo, já que o filme está passando em poucas salas na cidade. Mas valeu a pena, o filme é muito bem feito, em especial as passagens que misturam o filme com as pinturas. No filme todo mundo come todo mundo, a começar pelo marido da Frida, o (também) pintor mexicano Diego Rivera, que pintou um mural pro Rockefeller Center que foi destruído antes de ser terminado. Fiquei tentando lembrar de um filme que vi há pouco tempo na televisão que mostrava exatamente isso também. A única coisa que eu achei ruim no filme foi a senhora que se sentou ao meu lado, que pasosu o filme inteiro, por assim dizer, "gaseificando" o local. Foi horrível...
20030502
20030429
É, eu voltei. Não tava com muita inspiração pra escrever ultimamente...
Hoje fui no cinema com o Pedro pra ver uma sessão de "O Apanhador de Sonhos" no Via Parque. Fomos lá porque os "multiplex" brasileiros não quiseram passar antes do filme o curta do Animatrix, "O Último Vôo de Osiris". A moça que nos vendeu os ingressos ainda avisou: "olha, são vinte minutos de trailer, tá!" Nós sabemos, Dona Moça, foi mais por causa do "trailer" mesmo que viemos....
O curta é muito bom, e os "atores" colocam a Aki Ross do FInal Fantasy no seu devido lugar na história, como a "pioneira" entre os "atores digitais". É que os personagens humanos nesse episódio estão muito mais humanos do que os de Final Fantasy. Também dá pra se ter uma idéia do que vem por aí com os dois Matrix novos esse ano...
Já o feature presentation, bem, digamos que é uma boa história mal executada. É uma história do Stephen King (Pedro, depois me cobre o "Christine"), sobre alieníginas, poderes paranormais, e mais algumas coisinhas, mas desanda a partir de certo momento. Tem o Morgan Freeman, mas ele não salva o filme, já que provavlemente esses foram os piores diálogos que ele já teve em toda sua carreira. E o que são aquelas sobrancelhas??? No final das contas, o filme não é um fiasco total, por causa da história, mas quase é, porque deveria ser um filme "sério" de suspense/ficção científica, mas que acaba virando quase uma comédia em determinados pontos, quando a gente ria de coisas que não eram para ser engraçadas.
Mas valeu por ter comprado as balinhas "Tart Tease", que aposto que muita gente aí lembra, mas não com esse nome (infelizmente não me lembro o "outro" nome delas).
(pra entender o "Easter Gay", só vendo o filme... e não, não tem nada a ver com a minha Páscoa...)
20030413
Fui ver "O Pianista" hoje, e o filme é mesmo muito bom. Todo mundo tem falado do filme, que é muito forte, muito pesado, etc, e é mesmo isso tudo. Algumas cenas chocam, por mostrar claramente alguns atos de crueldade exercidos pelos soldados alemães. É impressionante.
Mas a cena que mais me tocou não foi nenhuma dessas cenas graficamente fortes. Foi uma cena mais pro final do filme, em que o personagem principal está se escondendo em um prédio completamente destruído e é descoberto por um oficial alemão. Ele está tentando abrir uma lata de comida quando vê o oficial, e congela de medo. O oficial faz algumas perguntas para ele, mas ele não consegue responder, até que se dá conta de que se não responder pode ser pior e começa a gaguejar algumas palavras. O oficial pergunta a ele o que ele faz. Ele diz que é um pianista. O oficial então, meio que para desafiar, o chama para uma sala ao lado, onde tem um piano, e diz para ele tocar alguma coisa. Ele se senta ao piano, fica olhando para suas mãos, para o teclado, ele já estava a mais de 2 anos sem tocar, e talvez até mesmo sem ouvir quase música nenhuma. De repente ele toca um acorde, e começa a tocar uma música devagar, aos poucos pegando ritmo, e por fim toca uma peça inteira.
A cena em si, a primeira vista, não tem muito de especial, mas foi muito forte pra mim, talvez (e provavelmente) por eu ser tão ligado a música também. Enquanto ele tocava sua peça, a câmera às vezes mostrava o oficial alemão, a princípio de pé ao lado do piano, e depois sentado numa cadeira atrás. E você vai vendo no rosto dele que ele se dá conta da atrocidade que os alemães estavam fazendo, da destruição que causaram. E se vê, durante a cena, a contradição do pianista judeu, que recebe de quem ele mais teme a maior dádiva que ele poderia receber naquele momento. Naquela hora o pianista vai crescendo junto com a música, que vai ficando cada vez mais poderosa, enquanto que o oficial alemão vai diminuindo, se encolhendo na cadeira. Eu chorei com essa cena. Chorei muito.
Depois de terminado o filme, enquanto levava a Fê pra casa, toda hora que me lembrava dessa cena meus olhos se enchiam de lágrimas. Acho que essa cena vai ficar na minha cabeça por um grande tempo ainda. É por isso que eu sempre falo (sem medo de soar como um clichê) que a música exerce um poder enorme sobre as pessoas, e que se pode fazer muito com ela...
(a imagem que aparece como entrada no primeiro link que coloquei ali ao lado para esse filme é exatamente a cena que eu falei)
Mas a cena que mais me tocou não foi nenhuma dessas cenas graficamente fortes. Foi uma cena mais pro final do filme, em que o personagem principal está se escondendo em um prédio completamente destruído e é descoberto por um oficial alemão. Ele está tentando abrir uma lata de comida quando vê o oficial, e congela de medo. O oficial faz algumas perguntas para ele, mas ele não consegue responder, até que se dá conta de que se não responder pode ser pior e começa a gaguejar algumas palavras. O oficial pergunta a ele o que ele faz. Ele diz que é um pianista. O oficial então, meio que para desafiar, o chama para uma sala ao lado, onde tem um piano, e diz para ele tocar alguma coisa. Ele se senta ao piano, fica olhando para suas mãos, para o teclado, ele já estava a mais de 2 anos sem tocar, e talvez até mesmo sem ouvir quase música nenhuma. De repente ele toca um acorde, e começa a tocar uma música devagar, aos poucos pegando ritmo, e por fim toca uma peça inteira.
A cena em si, a primeira vista, não tem muito de especial, mas foi muito forte pra mim, talvez (e provavelmente) por eu ser tão ligado a música também. Enquanto ele tocava sua peça, a câmera às vezes mostrava o oficial alemão, a princípio de pé ao lado do piano, e depois sentado numa cadeira atrás. E você vai vendo no rosto dele que ele se dá conta da atrocidade que os alemães estavam fazendo, da destruição que causaram. E se vê, durante a cena, a contradição do pianista judeu, que recebe de quem ele mais teme a maior dádiva que ele poderia receber naquele momento. Naquela hora o pianista vai crescendo junto com a música, que vai ficando cada vez mais poderosa, enquanto que o oficial alemão vai diminuindo, se encolhendo na cadeira. Eu chorei com essa cena. Chorei muito.
Depois de terminado o filme, enquanto levava a Fê pra casa, toda hora que me lembrava dessa cena meus olhos se enchiam de lágrimas. Acho que essa cena vai ficar na minha cabeça por um grande tempo ainda. É por isso que eu sempre falo (sem medo de soar como um clichê) que a música exerce um poder enorme sobre as pessoas, e que se pode fazer muito com ela...
(a imagem que aparece como entrada no primeiro link que coloquei ali ao lado para esse filme é exatamente a cena que eu falei)
20030410
20030409
Essa semana estou trabalhando em um cliente que fica logo ali, na Cidade de Deus. É bom porque é perto de casa, então posso sair mais tarde e chegar mais cedo em casa, mas tem seus problemas. Outro dia estavam comentando de casos que já aconteceram com pessoas da própria empresa quando voltavam para casa já mais tarde, e de recomendações da empresa dos melhores caminhos para se voltar.
Pois hoje estávamos discutindo alguns pontos do projeto no final do dia, quando a moça que está trabalhando com a gente lá se levantou para falar alguma coisa com o gerente dela. Depois de uns cinco minutos (ou menos) ela volta correndo para a baia e falando para fecharmos tudo logo e ir embora, que tinha uma ameaça de invasão. Não sei ainda se era invasão da polícia na Cidade de Deus, ou se era invasão do prédio. No início um outro que estava comigo ficou perguntando pra ela se não era brincadeira, e ela só respondia que não, até que ele também foi convencido e nós saímos. Quando nos levantamos, o andar em que estávamos já estava praticamente vazio. E quando descemos, vimos carros saindo um atrás do outro, e muita gente andando em direção à saída. Resolvemos voltar todos juntos, num "comboio" de carros para fica um pouco mais seguro, mas não vi muita coisa. É verdade que vi alguns carros da polícia indo em direção à CIdade de Deus com sirenes ligadas, mas foi só.
Amanhã devo saber mais.
Depois que cheguei em casa, fui jantar no Friday's com o Pedro, onde demoraram quase uma hora para trazer a conta, e depois fomos ver algumas coisas no Barra Shopping. Foi bom pra bota o papo (mais) em dia.
Pois hoje estávamos discutindo alguns pontos do projeto no final do dia, quando a moça que está trabalhando com a gente lá se levantou para falar alguma coisa com o gerente dela. Depois de uns cinco minutos (ou menos) ela volta correndo para a baia e falando para fecharmos tudo logo e ir embora, que tinha uma ameaça de invasão. Não sei ainda se era invasão da polícia na Cidade de Deus, ou se era invasão do prédio. No início um outro que estava comigo ficou perguntando pra ela se não era brincadeira, e ela só respondia que não, até que ele também foi convencido e nós saímos. Quando nos levantamos, o andar em que estávamos já estava praticamente vazio. E quando descemos, vimos carros saindo um atrás do outro, e muita gente andando em direção à saída. Resolvemos voltar todos juntos, num "comboio" de carros para fica um pouco mais seguro, mas não vi muita coisa. É verdade que vi alguns carros da polícia indo em direção à CIdade de Deus com sirenes ligadas, mas foi só.
Amanhã devo saber mais.
Depois que cheguei em casa, fui jantar no Friday's com o Pedro, onde demoraram quase uma hora para trazer a conta, e depois fomos ver algumas coisas no Barra Shopping. Foi bom pra bota o papo (mais) em dia.
20030331
Sun comes up, sun goes down
Sun comes up, sun goes down
And I feel the day is better spent with you...
(Amy Correia)
Sun comes up, sun goes down
And I feel the day is better spent with you...
(Amy Correia)
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